Resenha: Para Todos os Garotos que já Amei – Jenny Han

Este livro me chamou atenção pelo título e é um combo de fofura.

Uma palavra para definir este livro: Quinze!

Para todos os garotos que já amei parece mais um clichê fofo, mas o foco do livro é a relação com a família, e ainda assim temos um romance simples e cativante.

Lara Jean é uma menina que guarda suas cartas de amor em uma caixa, cartas estas que escreveu para aqueles garotos que ela já amou, mas ela nunca as enviou e de repente de um dia para o outro,  suas cartas são enviadas misteriosamente.

“Se o amor é como uma possessão, talvez minhas cartas sejam meu exorcismo. As cartas me libertam. Ou pelo menos deveriam.”

Lara Jean é uma garota romântica e ingênua, tem duas irmãs e um pai maravilhoso que faz de tudo para suprir a ausência da mãe, falecida há alguns anos. Kitty a irmã mais nova é uma garota muito esperta e divertida. Livro super gostoso de ler, de leitura leve, tranquila e rápida. Com capítulos curtos e gostinho de quero mais. Personagens cativantes que te conquistam a cada capítulo.

ps4

320 páginas – Intrínseca

Ao longo da história e da vida amorosa agitada de Lara Jean depois das cartas, ela ganha um apelido super fofo: Laranjinha! E eu desejei um apelido tão fofo quanto ao da Lara Jean. Como eu creio que quem não chora, não mama. Eu pedi ao P que me desse um apelido fofo e ele deu: “Biscoitinho!”

“— Por que as garotas gostam tanto de chuva? — questiona Peter.

— Não sei… Acho que talvez seja porque tudo parece mais dramático na chuva”

Escolhi “Quinze” para descrever este livro, porque talvez todas as garotas quando tinham quinze anos eram como Lara Jean, que se apaixonava e escrevia na última folha do caderno: “Lara e Peter <3” ou “L ❤ P” ou “Lara J. Kavinsky” e enchia a página de corações. (Eu fiz). Então, se você teve quinze anos e sempre esteve apaixonada você vai devorar este livro, que é uma doçura.

“Eu não tinha percebido, mas, agora que estou pensando no assunto, parece que é tudo que eu sempre quis. Ser de alguém de verdade, e que essa pessoa fosse minha.”

Gostei bastante das reflexões da Laranjinha, em refletir sobre como é idealizar e imaginar quando se está apaixonado e quando é real, quando existe uma relação de verdade e não apenas um faz de conta. Quando é um faz de conta é maravilhoso e fantástico, e fácil, quando é real temos de lidar com expectativas, vontades do outro e as suas próprias vontades, é um pouco assustador, mas posso dizer que o real pode ser tão incrível e maravilhoso quanto o faz de conta, só tem que ser a pessoa certa.

“É assustador quando é real. Quando não é só na sua imaginação, mas, tipo, ter uma pessoa de verdade na sua frente, com, sei lá, expectativas. E vontades.”

Um livro para ler em um final de semana relaxante, história doce e fofa.

Boa Leitura!

Taís Caires

 

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5 comentários sobre “Resenha: Para Todos os Garotos que já Amei – Jenny Han

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